Observatório do Livro e da Leitura   Observatório do Livro e da Leitura  
Uma iniciativa: Instituto de Desenvolvimento de Estudos Avançados do Livro e Leitura
Eventos
Pesquisa ANL Setor Livreiro 2009

Pesquisa ANL Setor Livreiro 2009


» Leia mais.
Inadimplência no livro porta a porta cai pela metade

Responsável pelo maior crescimento no negócio do livro no último ano no Brasil, o segmento de vendas de livros porta a porta traz uma outra boa notícia. A inadimplência entre esses consumidores de livros – procurados em casa, principalmente em regiões de periferia e em cidades menores afastadas dos grandes centros urbanos, onde não há livrarias – caiu pela metade no ano passado, em plena crise internacional. Despencou dos tradicionais 27,5% para 13,8%. O resultado consta da pesquisa sobre o segmento porta a porta feito pelo Observatório do Livro e da Leitura para a Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL), que também indicou um crescimento de 4,9%. Em 2008, foram vendidos 63,5 milhões de livros (a um valor médio de R$ 6,06 por unidade), o que gerou uma receita de R$ 681 milhões.


» Leia mais.
Ler um livro é preferência entre hábitos culturais no Brasil

Essa foi a resposta dada por 65% dos entrevistados que fazem algum tipo de atividade cultural, conforme dados da pesquisa Perfil do Consumo de Cultura do Brasileiro, realizada pela Fecomércio-RJ em parceria com a Ipsos Public Affair. O objetivo era analisar os hábitos de lazer relacionados com cultura, como ir a um show de música, ao teatro, ao cinema, ler um livro ou apreciar um espetáculo de dança. Os números referentes a livros apontados pela pesquisa têm um fator determinante: as mulheres dão mais valor à leitura que os homens. O estudo refere-se ao ano de 2008, num comparativo a 2007. Foram visitados mil domicílios de 70 cidades, incluindo nove regiões metropolitanas.


» Leia mais.
 
 
Área de Leitura
Pesquisa mostra que brasileiro já lê mais

Maior estudo sobre comportamento leitor já realizado no País, Retratos da Leitura no Brasil dá sinais que os índices nacionais de leitura começaram, finalmente, a melhorar. Os brasileiros estão lendo, em média, 4,7 livros por habitante/ano. Mas não dá para comparar com o último levantamento, feito em 2000 (na época, apurou-se que os brasileiros acima de 14 anos e pelo menos três anos de escolaridade liam 1,8 livro por ano).
A pesquisa, realizada pelo Instituto Pró-Livro, foi coordenada pelo Observatório do Livro e Leitura e aplicada pelo Ibope.


» Leia mais.
Brasileiro ainda lê pouco, constata estudo da CBL

Apesar dos avanços na área, uma análise mais detalhada da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002-2003, do IBGE, mostrou aos membros da Câmara Brasileira do Livro (CBL), reunidos na 19ª Convenção Nacional, no Rio de Janeiro, que 40,7% das famílias adquirem algum tipo de material de leitura. É um percentual baixo, sobretudo se revistas e jornais estão incluídos na despesa, e mais grave ainda se for considerado outro dado revelador: gasta-se praticamente a mesma quantia em cópias e em originais de livros técnicos e didáticos.


» Leia mais.
 
Área do Livro
Pesquisa comprova boa fase do porta a porta

Responsável pelo maior crescimento no negócio do livro no último ano no Brasil, o segmento de vendas de livros porta a porta traz outra boa notícia. A inadimplência entre esses consumidores – procurados em casa, principalmente em regiões de periferia e em cidades onde não há livrarias – caiu pela metade em 2008, em plena crise internacional. Despencou dos tradicionais 27,5% para 13,8%. Os dados são da pesquisa feita pelo Observatório do Livro e da Leitura para a Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL).


» Leia mais.
Fipe/USP aponta queda no preço dos livros

A pesquisa Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro 2008, encomendada pela Câmara Brasileira do Livro e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostra que o preço médio do livro (todos os gêneros) caiu de R$ 8,58 em 2004 para R$ 8,00 em 2008. A inflação acumulada nesse período foi de 14% (IPCA) e 21% (IGP-M). O levantamento revela outros dados importantes, como o crescimento do mercado: 6,56% em faturamento e 5,64% em exemplares vendidos, totalizando R$ 2,43 bilhões pelas vendas de 211,5 milhões de exemplares, em comparação entre os anos de 2007 e 2008.


» Leia mais.
País produziu 351 milhões de livros em 2007

O mercado editorial brasileiro cresceu 6,4% em 2007 e seu faturamento anual foi de R$ 2,28 bilhões, ante R$ 2,14 bilhões no ano anterior. As editoras venderam no período um total de 200.257.845 exemplares, 8,2% a mais que em 2006, quando foram comercializados 185.061.646 exemplares. O número de livros produzidos no País, um dos oito maiores produtores de livros no mundo, cresceu ainda mais: 9,5% (351.396.288 exemplares, ante os 320.636.824 de um ano antes).
Os dados foram anunciados pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel) e fazem parte da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro 2007, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).


» Leia mais.
Porta a porta fatura R$ 930 milhões

A informação é da Associação Brasileira de Difusores do Livro (ABDL), que divulgou em novembro de 2008 os resultados da primeira Pesquisa do Setor Porta a Porta, referente ao ano de 2007. Estima-se que o segmento mobilizou cerca de 3 mil pessoas, sem contar a área de vendas. O levantamento mostrou que os editores do segmento contam com 1.292 vendedores empregados, já os atacadistas com 2.738 e os crediaristas com 5.476. O segmento vendeu no período cerca de 65 milhões de livros.


» Leia mais.
Faça aqui sua busca
Buscar
Clique aqui e receba nossa Revista Eletrônica
Brasil que Lê - Agência de Notícias - As últimas notícias sobre livro e leitura no Brasil e no mundo
Para leitores "desamparados"
 
Projetos sociais recebem premiação no Dia do Bibliotecário
 
Crianças que ouvem histórias aprendem dois meses antes
Entrevista do Mês
"Bibliotecas estão 20 anos atrasadas"

No comando do maior Conselho de Biblioteconomia do País, Evanda Verri Paulino, a presidente do CRB, que reúne os 8 mil bibliotecários paulistas, defende um novo papel para as bibliotecas e adoção de um modelo híbrido, que integre as unidades municipais, comunitárias e escolares para atender melhor tanto os estudantes como as comunidades em seu entorno. Para ela, que também é professora de Biblioteconomia e Ciências da Informação na Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP), as bibliotecas devem funcionar cada vez mais como uma espécie de agência educadora e laboratórios de informações. Em entrevista exclusiva à Brasil Que Lê, Evanda defende um papel mais amplo das bibliotecas nas políticas públicas do livro e leitura e faz uma advertência: no Brasil, de acordo com ela, além dos problemas de estrutura, as bibliotecas escolares estão atrasadas pelo menos 20 anos.

» Leia todas as entrevistas.
Home | Área do Livro | Área da Leitura | Área de Bibliotecas | Pesquisas
Estudos e Papers | Teses e Monografias | Apresentações | Estatísticas
Bancos de dados | O Observatório | Na mídia | Fale com a gente | Associe-se | Links
  Website desenvolvido por RODMIDIA - www.rodmidia.com.br